RECRIE.
domingo, 14 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
"os abusos de poder que se armam ou se baseiam na razão"
P. Bourdieu - Contrafogos, p. 30
(era pra postar isso quinta, 11/09)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Doo wacko!
Agora sim, depois de dois dias super necessários para colocar a vida um pouco no lugar (ok, ok, vou tocar no assunto). A Amanda fez um post maravilhoso explicando a sensação pós show do The Hives. Eu não posso deixar isso passar
De Hate To Say I Told You So até Tick Tick Boom foram uns 7 anos de The Hives e eu nem imaginava que um dia poderia ver eles e mais, que eles fariam um baita show pra ninguém colocar defeito. Queridos do início ao fim e atitude rock and roll, também. Longe de ter aquela postura blasé de seres superiores que estão no palco e platéia, por favor, não me toquem.
Só os vários indies no local que ficaram pelos cantos. Sim, não gosto de indies e algo está me irritando neles nos últimos dias porque não me parece que eles tiveram alguma identidade musical antes desse boom.
E The Hives não é indie rock, logo estou um tanto irritada com as tags que o LastFm está classificando certas bandas.
Cara de idiota passando, mas com uma experiência inesquecível na cabeça. E obrigada aos amigos que não me deixaram desistir do show.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Zygmunt Bauman, por favor, preciso de um tempo contigo
*
Tenho pensado em como Lévi-Strauss é maravilhoso e foi injustiçado no ano de seu centenário porque, convenhamos 2008 só foi Maio de 68. Chega, né?
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Pensando alto: Os chineses já foram embora? Não vi nenhum esse semestre na Famecos. Céus, não gosto de chineses. Na verdade eu não gosto da China. E se Giovanni Arrigui estiver certo, estamos perdidos. Marte precisa ser, de longe, a solução.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
pra que serve o teu conhecimento?
domingo, 17 de agosto de 2008
Recesso
culpem Bourdieu, Alfred Schütz, Maquiavel e os três porquinhos.
E a culpa não é (juro) da minha indisciplina para com atividades que exigem organização. Oi, deixei tudo pra última hora, já volto.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Um dia de muitas emoções
2) Não confirmado, mas entra na soma: The Hives + Kaiser Chiefs + R.E.M = vou falir. Melhor semestre impossível.
*
Hoje, pela manhã, o senhor Políbio Braga foi o convidado da cadeira de Jornalismo Especializado, da Famecos, pra conversar com os alunos, falar da vida dele e blábláblá. Pior é que fiquei sabendo, algumas horas antes, quando abri o Nova Corja enquanto esperava a aula começar. Uau!
O post bombou hahaha mas não to afim fazer um comentário jornalisticamente falando. Fato é que não falarei muito porque Políbio Braga pode me proce$$ar por qualquer coisa que ele achar que ofenda a sua pessoa.
Diz que tem um site sobre Economia e Política. Meia hora depois diz que tem um blog. Até me faz lembrar isso. Ainda não sabe o que é um blog?
Mas olha que interessante: Seu Políbio tem um baita ego. Faz um jornalismo, acredita ele, de boa qualidade. Claro.
Recebe patrocínio do governo. Governo esse falido que busca apoio no BIRD porque não tem dinheiro. Mas para patrocinar o blog de um só jornalista tem.
Mas isso não influencia o jornalismo dele, sabe. Ele nos contou. E disse, mais: quem ousar falar na cara dele que ele é corrupto vai apanhar. Viu? Ou será processado. Melhor método, jornalista-adEvogado.
Sozinho, ele lê os 400 e-mails que recebe por dia e edita uma newsletter para 170 mil assinantes em TODO o mundo. Mas como tem gente que gosta, heim.
Enfim, passou duas horas fazendo o que mais gosta: ficar polemizando à toa.
Chega, já passou a diversão. Não tem mais graça.
domingo, 10 de agosto de 2008
fim de semana (em pedaços)
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Falta de inspiração é uma coisa terrível. Mas que diabos é isso? É minha cabeça não querendo juntar idéias. Pausa forçada, também. Invento isso pra não me culpar pela falta do tal lado criativo. Também, quem é que em sua sã consciência acha que ausências num domingo à tarde, depois de um dia dedicado inteiramente a Maquiavel e a pretensão de pensar como cientista político, podem ser resolvidas com o tal Brique da Redenção. Todas as criaturas de Porto Alegre se concentram naquela rua. E o meu dinheiro desaparece. Fato. Por isso, Bruno, que eu concordo contigo que o domingo é ruim. E, além do mais, o Zaffari estava fechado. Esqueci. Meu primeiro Dia dos Pais longe do meu. Maldito aumento de passagens intermunicipais.
Eu sempre perco pro Domingo.
*
Melhor experiência possível. Cabaré Valentin. Consumo exagerado de arte. Teatro bar espetáculo. Lembrei do nada, por aqui, de uma das melhores sextas-feiras à noite. Um brinde às pessoas maravilhosas que me apresentaram isso. Claro, amigos são para essas coisas. Aparecem quando todos foram embora para te tirar do sufoco, pra te fazer rir e pra te apresentar uma fórmula esquisita, dentro de um frasco, onde tu reconheces muito distante o doce sabor da liberdade e acorda no dia seguinte. Acorda feliz porque a vida vale a pena pelos amigos que tu tens. Como é mesmo? "...And tonight we can truly say together we're invincible".
*
Sabe quando tu te apaixona por uma banda que era tri desconhecida (pra ti) até ontem, às 22h, aí tu descobre que essa banda tocou onde tu mora (Porto Alegre) há menos de um ano? Pois é. Fazer o quê.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
"Amo aquilo que nos torna mais do que somos"
Fato é que o melhor sábio é aquele que passa por ti na rua, num dia qualquer, com a pele enrugada, vida sofrida ( e, ainda, com muita esperança no mundo) e te diz:
"Todo mundo reclama da falta de DINHEIRO, mas nunca vi ninguém falar ou reclamar da falta de CONHECIMENTO".
quinta-feira, 24 de julho de 2008
I could be dreaming
"...Algo, alguém, algum espírito nos perseguia, a todos nós, através do deserto da vida, e estava determinado a nos apanhar antes que alcançássemos o paraíso. Naturalmente, agora que reflito sobre isso, trata-se apenas da morte: a morte vai nos surpreender antes do paraíso. A única coisa pela qual ansiamos em nossos dias de vida, e que nos faz gemer e suspirar e nos submetermos a todos os tipos de náuseas singelas, é a lembrança de uma alegria perdida que provavelmente foi experimentada no útero e que somente poderá ser reproduzida (apesar de odiarmos admitir isso)na morte".
Kerouac. Novamente.
update: não tem nada a ver , mas esse post do Garotas que Dizem Ni tá fofo.
(defina fofo, Eliane?)
go ahead
E falando em vocal feminino, nada se compara ao vocal do Rilo Kiley. Voz linda, música mais linda ainda.
(O blogger não tá funcionando direito. O Google resolver vistoriar isso aqui também? então, sem links pra nada.)
segunda-feira, 21 de julho de 2008
O Analfabeto Político
sim, porque o pior analfabeto é o analfabeto político.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
E digo mais. Agora, sobressaem-se aqueles analfabetos políticos que usam a campanha em prol de um benefício particular. E eu aqui sozinha acreditando que a democracia só pode ser formada pelos interesses coletivos.
E são esses que se agarram no bolso de um candidato que, quando ele se (re)eleger, reclamarão do preço do ônibus, do lixo na esquina e blábláblá
(pena que serão eles e todos nós juntos pagando pelos mesmos erros).
Oi, muito prazer. Me chamo Eliane e não tenho vergonha de dizer que sou utópica.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
the dark side of the moon
Jack Kerouac. On the Road. pág 25.
"...e eu me arrastava na mesma direção como tenho feito por toda a minha vida, sempre rastejando atrás de pessoas que me interessam, porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora, aqueles que nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante - pop! - pode-se ver um brilho azul e intenso até que todos aaaaaaah!..."
era tudo que eu precisa. Kerouac 'fazendo' meu post de hoje.
Mas voltando pra casa, com a lua perfeita que tá no céu (sério, eu devo estar com algum problema - ou falta de um - porque já falei isso milhares de vezes), deu uma vontade enorme de ficar ouvindo todo o disco Dark Side of the Moon repetindo várias e várias vezes. Foi o que fiz - e o que voltarei a fazer. Não é uma noite pra ficar fazendo alguma coisa. Me interessa mais ficar rolando pelo chão da sala pensando. E deixar esse pensamento voar por aí.
Vontade absurda de gritar por aí 'and if your head explodes with dark forebodings too I'll see you on the dark side of the moon'. Alguém???
"I've been mad for fucking years, absolutely years, been
over the edge for yonks, been working me buns off for bands..."
"I've always been mad, I know I've been mad, like the
most of us...very hard to explain why you're mad, even
if you're not mad..."
Sério, preciso dizer que Pink Floyd é a minha banda preferida. Descobri isso hoje.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Coisas de Twitter
Também verei o filme novamente.
Tive quatro dias de férias no interior e creio que vida pacata não combina mais comigo. Acho que preciso de um médico pois voltei hiperativa (?). Alguém entende dessas coisas??
Devo estar tomando algo inconscientemente.
Aviso urgente: alguém aí pode já me ajudar a providenciar um emprego de férias? Férias para o verão, claro. Essas, assim como o semestre, já estão bem. Tentarei como graçonete no Bambus. By the way que porra é essa, Eliane, de ficar pensando em coisas para daqui 5 meses?
Blur será minha trilha sonora para os próximos dias. Tudo começou com um "vamos lembrar Ávalon (insignificante para quem não morava em Bento, Caxias, Veranópolis ou região) com Song 2"? Daí pula um The best of Blur na minha frente e tu solta tudo (eu, no caso).
Fiquei tão feliz ontem porque conversei com um amigo que hoje mora na Rússia e estuda física nuclear. Ele é um gênio que ainda vai ser reconhecido pelo mundo. Aguardem.
A Amanda me fez voltar ao Twitter e, assim como ela, estou viciada.
Tenho as minhas leituras de férias me esperando, mas estou aqui, quase o dia todo praticando cybervadiagem. A culpada, eu juro, é a GVT.
Perplexidades
Não sei vocês, mas eu to achando isso aqui uma selva. Enfim, perplexidades.
As pessoas que trabalham para cuidar da segurança da sociedade estão matando inocentes. Pessoas que não tem nada a ver com o crime, com o caos, com a parcela podre. Eu já perdi a conta de quantas foram mortas “por engano” pela polícia. Comecei a me inquietar com isso. Primeiro foi o menino João Roberto, de 3 anos. Depois dele, teve um jovem de 18 anos, uma empresária e ontem vi outra garota de 22 anos. Já perdi as contas, mas são vários casos, não só esses.
O que está acontecendo com as pessoas que deveriam nos dar segurança? A PM não deveria nos proteger de bandidos? Mas, vejam só que é com eles que ela está nos confundindo.
Eles são mal treinados? São.
Justifica sair atirando que nem louco? Não.
E não adianta dizer que eles ganham pouco porque se isso fosse sinônimo de maus comportamentos a sociedade estaria bem pior do já está.
Meu pai, ontem à noite, contando a história de um conhecido: o carro dele foi perseguido por policiais, ele tava andando bem devagar. Mandaram encostar. Ele não encostou. Viu que aceleraram atrás dele e saiu correndo. Tu sabes que se ele parasse poderia ter acontecido como esses aí (se referindo aos casos que estávamos vendo na TV).
Meu pai tem razão. E era só o que me faltava. Ter medo de quem deveria nos privar desse medo.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Sobre censura e política
A eleição para a prefeitura de Porto Alegre desse ano será a melhor dos últimos tempos. Não pela ‘qualidade’ dos candidatos, mas pelos debates que virão. Perdi, perdemos (???) o debate de ontem porque fomos debater com Guinness, Pilsen e Norteña.
As repercussões do dia seguinte foram mais interessantes, ou seja, aaacho que não perdemos nada, minha gente. Conversa aqui outra lá e os pontos mais engraçado (ou relevantes) sempre são conversa de bar/elevador/ônibus e msn/Gtalk do dia seguinte.
Gosto de política, mas postar aqui sobre política não me atrai mais. Então, confere aqui que é beeem melhor.
Ah! 2.431 - Eliane Fronza - Porto Alegre - RS
esse é o número da minha assinatura na petição online organizada por Sergio Amadeu, André Lemos, João Carlos Caribé e Henrique Antoun (entre outros). Em menos de duas horas, 300 pessoas a mais assinaram, elevando para 2.717 (número que cresce cada vez mais). O motivo: Pelo veto ao projeto de cibercrimes - Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet Brasileira
Para saber mais: aqui, aqui, aqui e aqui.
Um trecho, especialmente para pessoas como Amanda e eu (e outras do grupo de amigos):
Se uma gravadora, por exemplo, rastreia que um usuário ligado ao Speedy em São Paulo ou ao Vírtua em Maceió está usando a rede Bit Torrent, de troca de arquivos, ela pode ir à Justiça pedir a identidade do sujeito. Telefónica (do Speedy) ou Net (do Vírtua) são obrigados a dizer quem foi. Não importa que, muitas vezes, os arquivos trocados sejam legais. O fato é que todo provedor de acesso se verá obrigado a manter por três anos uma listagem de quem fez o quê e que lugares visitou na web. É como se os Correios mantivessem uma lista de todos os usuários de seu serviço e que indicasse com quem cada um se correspondeu neste período de anos. É coisa de Estado policial e uma franca violação da liberdade.
É sério.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Hora de trocar os pincéis
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Qual é o sinal da libertação? Não mais se envergonhar diante de si próprio.
Definitivamente essa não sou eu. Definitivamente essa nunca foi a Eliane que eu achava que seria com 20 anos, 6 meses e 23 dias. Daí eu falei uma frase hoje de manhã para alguém, aquela máxima do Niezsche, "Torna-te quem tu és". Não quero descobrir que eu sou assim. Mas, na real, estou me transformando em quem eu não sou e não me tornado quem eu sou.
Automático porque tu acorda e pra tudo mundo tu olha e diz: "Oi, tudo bem?!". Não, mundo, não tá tudo bem. Quer me ouvir? Não, ninguém tem tempo. É verdade até porque eu não queria/não tenho tempo. Relógios! Pior invenção moderna.
Sim, porque se não existissem relógios eu não esperaria o dia seguinte para fazer/esperar fazer as coisas que aconteceram no mesmo horário do dia anterior. Eliane, oi, tempo não se repete. Só na invenção humana.
Humanos. Pessoas. Parei de tentar entendê-los porque é muita gente junta. É melhor tentar entender uma pessoa do que uma humanidade. Mas não vou fazer isso comigo mesma.
Automático porque somos criados/educados para agir dessa maneira. Não há espaço para pensar. Ao menos que alguém pague a conta do analista quando tu estiveres na pior.
Na pior em Paris e Londres é um livro bem bacana do Orwell, mas eu não estou nem em Paris nem em Londres. Estou numa provinciana Porto Alegre. É pior estar na pior aqui?
E quando uma parte de mim quer sair do automático, simplesmente todas as parte do meu 'eu' entram em colapso. Um turbilhão pior que o do nosso amigo Saint-Preux, na Paris de Rousseau.
Daí tu tem uma vontade enorme de dizer pro mundo parar. Sim, páre o mundo que eu também quero descer. Mas ninguém ouve. Tu espera que um ser celestial ou forças não racionais façam alguma coisa. Excesso de racioonlaidade, às vezes, é se tornar besta porque elas realmente existem (as forças) e elas estão brincando comigo. Rindo da minha desgraça (precisava justificar e tirar a culpa das minhas costas como para dizer que se o fracasso e a ignorância tivessem um articulador. Oras, Eliane, onde está teu apreço pela cientificidade?)
A Anna escreveu num post dela essa frase: Fernando Pessoa citaria, em uma das crises existenciais de Fausto, que 'Quem sente chora, mas quem pensa não'". E eu lembrei do diálogo que Irvin D. Yalom criou para Nietzsche com o Dr. Breuer em Quando Nietzsche Chorou:
"Aqueles que desejam a paz de espírito e a felicidade têm de acreditar e abraçar a fé, enquanto aqueles que desejam perseguir a verdade devem renunciar à paz de espírito e devotar sua vida à investigação".
Dizem que a gente só sabe quando fez a escolha certa lá no fim da vida, tipo o poema de Jorge Luiz Borges, Instantes, poema esse que já postei aqui no blog. Daí tu vê toda a tua vida e percebe se fez ou não a escolha certa. Mas tem que existir um jeito de saber, pelo menos uma parte, antes. É um peso muito grande para se carregar sozinho, ir levando, ir vivendo (ou ir existindo). Então, se eu viver até uns 80 anos, 50 ou 30, vou saber se ter escolhido o tormento foi melhor. Mas como? Só existe um caminho a ser vivido! Não existem outros caminhos e uma segunda opção para a história. Então, não é o caminho que influencia, é tudo o que tu fez pelo caminho que vai influenciar.
É hora de pegar uns desvios. Que desvios se essa estrada não tem desvios? Ir levando e se acostumando que tudo está so far way?
Diriam os mais sábios que estou dialogando com a esperança.
